domingo, 26 de junho de 2011

Talibãs usam criança para transportar bomba e detonam via controle remoto

"Casos semelhantes foram registrados no Paquistão e no Afeganistão

Uma menina de 8 anos morreu ao explodir a bomba que transportava em uma bolsa quando se dirigia a um posto da polícia na província de Uruzgan, no sul do Afeganistão, informou neste domingo uma fonte oficial."
Veja mais clicando no endereço abaixo:
http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/talibas-usam-crianca-para-transportar-bomba-e-detonam-via-controle-remoto

STF decide que crianças devem ser matriculadas em escolas e creches perto de casa ou do trabalho dos pais

"O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que determinou à Prefeitura de São Paulo matricular crianças menores de cinco anos em creches próximas de onde moram ou de onde seus pais trabalham. Segundo o STF, a decisão do ministro Celso de Mello foi tomada com base nos artigos 208 da Constituição Federal e 54 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que tratam do dever do Estado com a educação."
Veja mais clicando no endereço abaixo:
http://www.jornaldebarretos.com.br/novo/2011/06/33617

domingo, 15 de maio de 2011

Telefones e endereços para mulheres e familias que precisam de ajuda:

SERVIÇO:

SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA MULHERES: 180

1ª. DELEGACIA DE DEFESA DA MULHER: 3241-3328

CENTRO MARIA MIGUEL PARA O ATENDIMENTO À MULHER EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA: 6581-3135

CENTRO DE REFERÊNCIA ÀS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA: 3866-2756

CRAVI - CENTRO DE REF. E APOIO À VÍTIMA: 3666-7778

INSTITUTO NOOS: (21) 2197-1500 - WWW.NOOS.ORG.BR

"O drama da violência doméstica"- ESTADAO

"A triste realidade retratada pelo filme 'Amor?', que aborda limites entre amor e agressão."

"...Dependência - Calcula-se que, no País, metade das mulheres agredidas sofra sem pedir ajuda. Os agressores são maridos, companheiros ou ex-companheiros. Entre as que não denunciam, as razões são: dependência financeira (24%), medo de serem mortas caso rompam a relação (17%) ou vergonha de admitir a agressão (8%)
Com base na experiência de 20 anos à frente da 1ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo, a delegada Celi Paulino Carlota identificou uma trajetória comum entre os casos que chegam à polícia. A primeira fase da violência é falar alto e perder o respeito. Depois vêm as ofensas morais e o empurrão. Daí, para o pior. Muitos agressores se arrependem, prometem mudar, dão presentes e, assim, convencem a mulher de que tudo ficará bem. Ledo engano. O ciclo se repete e a violência volta com mais intensidade. "O erro é dar mais uma oportunidade, mas a ameaça pode ser concretizada e isso pode levar à morte", avalia a delegada...

Veja mais detalhes sobre os dados pesquisados para o filme e sobre o próprio filme clicando no endereço abaixo:
http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,o-drama-da-violencia-domestica,713071,0.htm